Não vamos calar frente as injustiças e lutaremos até que tenhamos JUSTIÇA NESTA TERRA. A união e participação de todos é vital nesta luta.

segunda-feira, novembro 08, 2010

Morador reclama do atendimento no Posto de Saúde da Rasa

Foto: Agência JPH
O morador do bairro Vila Verde Armando Figueiredo da Silva reclamou que esteve no posto de saúde da Rasa, domingo (23/10) e não tinha médico para atendê-lo.
-Estava com muita dor no osso do braço e chegando lá não tinha medico. Tive que voltar para casa e prepara meu próprio medicamento. Sorte que aliviou a dor – Disse Adalberto.
O mesmo aconteceu com Maria José de Almeida quando precisou dos serviços daquela unidade.
-Estava vomitando muito na quarta-feira (27/10) e procurei atendimento no posto, mas infelizmente não tinha médico. A situação está difícil aqui- Disse Maria José
Procurado para esclarecimentos o administrador daquele posto Adalberto Rodrigues disse que realmente nestes dois dias não tinha médico.-A prioridade de atendimento é a Policlínica e o Hospital Rodolfo Perissé. Se estiver faltando medico nestes pontos temos que enviar o daqui para lá. Daí, encaminhamos com nossa ambulância o paciente que for necessário após a triagem pela nossa enfermeira. Esta difícil a contratação de médicos para fazer plantão nos finais de semana por exemplo. Ninguém quer. E te adianto que estamos com dificuldade de médicos aos domingos.
Colaborador: Guilherme Barcellos

domingo, novembro 07, 2010

Sem remédio em posto de saúde, dona de casa tem de pagar medicamento

A falta de medicamentos em postos de saúde gerou reclamação da dona de casa Vera Lúcia Buzin da Silva, 49, que na manhã desta segunda-feira não localizou o calmante clonazepan, utilizado em tratamento psiquiátrico na unidade de Saúde da Família da zona sul. “Faz dois meses que estou vindo até aqui e não tem o remédio”.
Por conta da ausência do medicamento, ela necessitará adquiri-lo novamente. Cada caixa custa em média R$ 10,00 e a doméstica utiliza o remédio diariamente. Uma vez por mês ela também passar por consulta na rede.
A crise na saúde não fica apenas nas prateleiras sem medicamentos. Os médicos que atuam no Programa Saúde da Família não descartam a assembleia prevista para quarta-feira e que decidirá se a categoria entrará ou não em greve.
Governo municipal se reunirá com os profissionais da saúde na quinta-feira, 4, às 17h30, para debater as falhas na gestão da saúde.

sexta-feira, novembro 05, 2010

Pombos infestam posto de saúde em Piraquara

Uma infestação de pombos no posto de saúde Caiçara, do bairro Vila Nova, em Piraquara, Região Metropolitana de Curitiba (RMC), está deixando os usuários do local preocupados.
Além de serem vetores de várias doenças, algumas transmitidas por meio de suas fezes, as aves estão trazendo pulgas e piolhos para o recinto, tornando-o insalubre.

O aposentado João Antônio de Lima conta que esse problema já é antigo. Algumas salas tiverem que ser fechadas por estarem cheias de piolhos. “O consultório do dentista estava com uma colônia destes insetos e não tinha a mínima condição de atender a gente. A sala de fisioterapia está sem forro e é comum encontrar fezes dos pombos no local. Se tivesse outra opção, com certeza não viria até aqui. Mas como não tenho, sou obrigado a encarar esta situação”, afirma.

A dona de casa Júlia Carvalho diz que os pombos começaram a aparecer quando o forro do posto caiu. “Como pode ver, há muita parte do telhado sem o forro. Existem espaços pelos quais os pombos entram e criam o seu ninho. Além disso, volta e meia a gente vê arranhas-marrom e também cobras, uma vez que o matagal está tomando conta da lateral do posto. Também é comum ver cachorros de rua, que trazem as pulgas aqui para dentro. Se um dos meus filhos ficar doente, eu dou um jeito e os levo para outro lugar para ser atendido. De forma alguma vou expô-los a esta situação”, revela. Carvalho informa ainda que quando chove, há goteiras em diversos cantos do posto. “Em dias de chuva, isso aqui vira uma tristeza”, alertou.
Foto:Fezes dos animais sujam o local. Moradores estão preocupados.

quinta-feira, novembro 04, 2010

Mulher Reclama do Mau Atendimento em Hospital Municipal.

Uma mãe chamada Luciana está com seu filho doente e procurou o Hospital Municipal da cidade de Agricolândia no dia 09/01/2010(sábado), mais a mesma foi informada que não seria atendida porque não pegou a ficha de espera para ter direito a consulta, a mãe logo perguntou se eu filho de apenas 1 anos e 7 meses não tinha prioridade póis o mesmo estava com febre muito alta e com vômito, a recepcionista do Hospital disse que não e que a mesma deveria retornar do dia seguinte, a mãe ficou inconformada mais não poderia fazer nada e foi para casa, no dia seguinte a mãe foi procurar atendimento na cidade de Teresina.

quarta-feira, novembro 03, 2010

Melhor solução

Uma mulher chega apavorada no consultório de seu ginecologista e diz: - Doutor, o senhor terá que me ajudar num problema muito sério. Este meu bebê ainda não completou um ano e já estou grávida novamente. Não quero filhos em tão curto espaço de tempo,mas num espaço grande entre um e outro....
O médico então perguntou:
- Muito bem. O que a senhora quer que eu faça?
A mulher respondeu: - Desejo interromper esta gravidez e conto com a sua ajuda.
O médico então pensou um pouco e depois de algum tempo em silêncio disse para a mulher:
- Acho que tenho um método melhor para solucionar o problema. E é menos perigoso para a senhora.
A mulher sorriu, acreditando que o médico aceitaria seu pedido. Ele então completou:
- Veja bem minha senhora, para não ter que ficar com dois bebês de uma vez, em tão curto espaço de tempo, vamos matar este que está em seus braços. Assim, a senhora poderá descansar para ter o outro, terá um período de descanso até o outro nascer. Se vamos matar, não há diferença entre um e outro. Até porque sacrificar este que a senhora tem nos braços é mais fácil, pois a senhora não correrá nenhum risco...
A mulher apavorou-se e disse:
- Não doutor! Que horror! Matar um criança é um crime.
- Também acho minha senhora, mas me pareceu tão convencida disso, que por um momento pensei em ajudá-la.
O médico sorriu e, depois de algumas considerações, viu que a sua lição surtira efeito. Convenceu a mãe que não há menor diferença entre matar a criança que nasceu e matar uma ainda por nascer, mas já viva no seio materno.
O CRIME É EXATAMENTE O MESMO!!!!!

Uma pergunta: Você sabe desde quando Deus te ama?
"DESDE O VENTRE DA TUA MÃE! "
Fonte: Texto enviado por e-mail.

terça-feira, novembro 02, 2010

Usuários do PA do Cervezão ficam mais 7 horas em fila de espera

(Da Redação) - O Pronto-Atendimento da Zona Norte, no Cervezão, volta a ser notícia mais uma vez pelo desrespeito ao usuário. A demora na fila de espera na ante-sala do posto chegava a sete horas, segundo os próprios pacientes. A morosidade no atendimento é fruto da grande demanda aliada a falta de médicos."Havia um senhor aqui, seu Agenor, que estava no PA desde as 9 da manhã, não aguentou esperar mais tempo e foi embora sem atendimento. Agora já são 16h30 da tarde", relata Lucia Helena Fier, que procurou o PA, às 12h30, sentindo dores nos rins. E também não havia sido atendida até às 16h30.Ao lado dela encontrava-se Maria Aparecida Farias Alves, que sentia tontura. "Não consigo nem ficar de pé", reclamava ela que também chegara ao PA do Cervezão às 12h30 e às 16h30 ainda não havia sido atendida."Também estou aqui desde às 13h e com uma tremenda dor de garganta e de cabeça. Mas pior que isso é ver crianças chorando de dor. Agora a pouco mesmo uma delas teve de ser atendida às pressas porque ameaçava desmaiar de tanta febre. A demora é demais na sala de espera", relata Regina Bortolon, indignada com o desrespeito aos usuários.E não é só isso. Na sala de espera do PA da Zona Norte há pouca ventilação. Pois não há ventilador. E o calor chega a ser sufocante.Segundo Fabiano Golçalves, que chegou às 12h10 no posto sentindo fortes dores na coluna, o intervalo do atendimento de um paciente para outro demorava de 30 a 40 minutos."É muito tempo. Já estou aqui há quase cinco horas e em todo esse tempo só passei pela triagem. Isso é um descaso", critica ele. Segundo os usuários, até as 16h só havia dois médicos para atender a grande demanda de pacientes. Depois desse horário, a morasidade cresceu. "Porque um médico foi embora e sobrou só um para atender todo mundo. Com sorte saio daqui lá pelas 7 da noite", ironiza Lúcia Helena.De acordo com a assessoria de comunicação da Fundação Municipal de Saúde, durante a tarde de ontem o PA do Cervezão teria três médicos, mas um profissional faltou por motivos de saúde. Durante a tarde, uma médica teve que acompanhar um paciente até o Pronto-Socorro Integrado porque seu estado de saúde era delicado. Apenas um médico permaneceu no atendimento. Mas de acordo com a assessoria, a situação deveria melhorar a partir das 17 horas, quando começa o atendimento no novo Pronto-Atendimento no Wenzel.

segunda-feira, novembro 01, 2010

Espera em unidade de saúde chega a sete horas

A fila de espera para quem procura o Centro Municipal de Urgências Médicas do Boa Vista, em Curitiba, pode variar entre quatro e sete horas. São os próprios pacientes e seus familiares que relatam a situação.
Quem não tem outra alternativa, espera até que o atendimento médico seja realizado. Outros preferem ir para casa e não resolver o problema do que aguardar este tempo todo.
Os usuários reclamam porque consideram o tempo de espera enorme, mesmo sabendo que o local atende casos de urgência e os pacientes em estado crítico são passados na frente na ordem do atendimento.A aposentada Waldete Claudino dos Santos procurou o centro na última quinta-feira à noite. Ela levou o neto dela, que estava com muita dor de ouvido. “A atendente me informou que demoraria entre cinco e sete horas. Como eu ficaria com o meu neto sofrendo de dor de ouvido aquele tempo todo?”, questiona.
Conversando com pacientes que aguardavam o atendimento, todos citaram que estavam esperando há horas. “Eu cheguei lá às 20h30 e tinha gente que estava esperando desde às 13h30 e ainda não tinha sido ainda atendida por um médico”, relata.A demora também aconteceu com a manicure Sirlene dos Santos, que levou o avô dela para o centro do Boa Vista no último domingo, às 14h. O atendimento, de acordo com ela, ocorreu apenas entre 20h e 20h30.
Antes, ela foi informada que a previsão para que o atendimento ocorresse era de quatro horas. “Já de cara deram essa previsão. Meu avô estava com muita dor no peito e tem histórico de infarto e um AVC (acidente vascular cerebral)”, comenta.
“A primeira avaliação é rápida e, depois que vai para o médico, o processo acontece normalmente. O problema está entre a primeira avaliação e o atendimento com o médico”, esclarece.A situação também foi confirmada para a reportagem de O Estado por familiares de pacientes que foram atendidos rapidamente por serem casos críticos. Eles ouviram as reclamações de quem já aguardava há horas enquanto realizavam os trâmites para a internação. O diretor do sistema de Urgências e Emergências da Secretaria Municipal de Saúde, Matheos Chomatas, explica que o centro do Boa Vista está passando por um problema no quadro de profissionais.
Alguns saíram de lá e o Hospital de Clínicas, que é o responsável em fornecer pessoal para o centro mediante termo de cooperação, está atrás de novos médicos. “Em alguns dias, faltam três profissionais na escala. Mas daqui a pouco será regularizada a situação”, conta.
O processo de contratação está em andamento e em poucos dias a equipe estará completa, de acordo com ele. Enquanto isto, a capacidade para consultas é reduzida e o setor de emergência opera normalmente.
Além do problema com os médicos, Chomatas explica que o tempo de espera também está relacionado com os resultados dos exames de diagnósticos. O paciente não é liberado sem o resultado dos testes e isto pode demorar.
O centro do Boa Vista ainda tem algumas particularidades, como a procura por moradores da Região Metropolitana de Curitiba (de acordo com ele, 55% das pessoas que procuram diariamente a unidade) e o acesso fácil pelo transporte coletivo na comparação com outros centros.