Não vamos calar frente as injustiças e lutaremos até que tenhamos JUSTIÇA NESTA TERRA. A união e participação de todos é vital nesta luta.

domingo, fevereiro 06, 2011

Falta de medicamentos nos Postos de Saúde preocupa MPE


A preocupante falta de medicamentos nos Postos de Saúde de Aracaju foi o assunto da Audiência Pública, realizada em 23 de setembro, no Ministério Público de Sergipe. O encontro, presidido pela Promotora de Justiça Especializada na Defesa dos Direitos à Saúde, Dra. Míriam Teresa Machado, reuniu representantes da Secretaria Estadual de Saúde e da Coordenação de Assistência Farmacêutica (CODAFE).
De acordo com o representante da Secretaria Municipal de Saúde, foram realizados, em 2008, quinze pregões para aquisição de medicamentos, mas nem todos puderam ser comprados. Dentre as causas, está a inexistência no mercado de alguns medicamentos prescritos pelos médicos dos Postos de Saúde (como Piperazina, Cedilanide).
Dentre as ações desenvolvidas para agilizar o processo de abastecimento, a Secretaria Municipal de Saúde encaminhou à Procuradoria Geral do Município requerimento para providenciar a chamada do segundo classificado no processo licitatório. Não obteve sucesso, entretanto, porque muitas das empresas não possuem a documentação necessária para firmar contrato com o Município, obrigando a realização de uma nova dispensa emergencial por um período de três meses.
Na ocasião, a Promotora determinou que seja comunicada ao Conselho Regional de Farmácia a realização de inspeção nos Postos de Saúde, para a verificação do abastecimento e distribuição de medicamentos

sábado, fevereiro 05, 2011

Pacientes enfrentam drama para conseguir medicamentos em posto de Montes Claros

Luiz Ribeiro - Estado de Minas

Publicação: 02/02/2011
Pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) enfrentam um drama com a falta nos postos de saúde de Montes Claros, no Norte de Minas, de medicamentos básicos, inclusive de paracetamol, para combater sintomas da dengue. A situação pode se agravar, já que a cidade vive o risco de nova epidemia, em vista do alto índice de infestação domiciliar do mosquito Aedes aegypti, de 7,2%, quase sete vezes mais do que o recomendado pelo Ministério da Saúde. As denúncias são rebatidas pelo secretário municipal de Saúde, José Geraldo de Freitas Drumond.
Integrante do Conselho Municipal de Saúde de Montes Claros, Roberto Coelho denuncia que a falta de remédios não é o único problema da saúde pública no município. “O setor vive um verdadeiro caos, e o conselho vai se reunir hoje para solicitar intervenções do Ministério da Saúde, Secretaria de Estado de Saúde e do Ministério Público”, explicou. Ele culpa a prefeitura pelos problemas. “Desmontaram a estrutura da saúde no município e depois não conseguiram mais gerir o sistema”, afirma.
Segundo ele, o serviço de prevenção da dengue foi abandonado. “Está na hora de pôr um batalhão para combater o mosquito, mas não ocorre nada”, relatou Roberto. Em algumas unidades de saúde, não é encontrado nenhum tipo de remédio. É o caso do centro de saúde do Bairro Maracanã, onde um cartaz informa: “Medicamentos em falta”.
A falta de remédios dificulta da vida de moradores, como Regiane Froes, que não encontrou os três medicamentos de que precisa. “Vou ter de esperar. Se os remédios não chegarem, vou ter de comprá-los”, lamentou. A situação se repete no posto de saúde do Bairro Santos Reis. Maria Onilce reclama que há meses procura no posto de saúde medicamentos para pressão. “A única informação que recebo é de que não tem o remédio”, reclamou.
O secretário municipal de Saúde, José Geraldo de Freitas Drumond, afirma que estão faltando medicamentos devido a atraso por parte das empresas que venceram as licitações. Ele garante que, de 200 medicamentos distribuídos a pacientes do SUS, estão faltando somente 15. Drumond nega que haja caos na saúde. “Todos os setores estão funcionando. Apenas estamos enfrentando alguns problemas por causa da substituição dos contratados por concursados”, alegou. O secretário desmentiu desmonte do trabalho de combate à dengue: “Temos cerca de 500 agentes fazendo limpeza em vários cantos da cidade.”

sexta-feira, fevereiro 04, 2011

A cada 2 dias, um enfermeiro é acusado de erro em SP

Agencia Estado
O balanço foi divulgado em meio à denúncia de que uma criança de 1 ano teve parte do dedo mindinho decepada por uma auxiliar de enfermagem.
A cada dois dias, um profissional de enfermagem de São Paulo é acusado de erro durante atendimento médico. Foram 980 queixas entre 2005 e 2010 (250 delas no ano passado). Os dados são do Conselho Regional de Enfermagem de São Paulo (Coren-SP). Em 20 desses casos, a falha resultou na morte do paciente ou em danos definitivos.

O balanço foi divulgado em meio à denúncia de que uma criança de 1 ano teve parte do dedo mindinho decepada por uma auxiliar de enfermagem do Hospital do Mandaqui, administrado pelo governo, enquanto retirava um curativo. A enfermeira, afastada de suas funções, alega que o acidente foi causado por erro na forma como o curativo foi feito, segundo seus familiares. A menina deve ser encaminhada nesta semana para o setor de reimplantes do Hospital das Clínicas, informou o governo.

O presidente do Coren, Claudio Alves Porto, não soube dizer quantas denúncias terminam em punições para os enfermeiros. "Em todos os casos é instaurado procedimento administrativo. O profissional e a instituição são investigados e têm direito à defesa. Se comprovada falha na instituição, a denúncia é levada ao Ministério Público. Se o erro é do profissional, ele é punido". Ele culpa a escalada de erros de enfermeiros e técnicos e auxiliares de enfermagem à má formação. As informações são do Jornal da Tarde.

quinta-feira, fevereiro 03, 2011

Homem vai a hospital tirar verrugas e médico faz vasectomia em SP

Portal R7
Prefeitura de Embu-Guaçu reconheceu o erro médico, mas nega indenização, alegando que valor é acima da arrecadação do município


Um pintor de 45 anos que estava prestes a se casar e pretendia ter filhos com a esposa foi vítima de erro médico. Ao ir ao hospital para tirar algumas verrugas, ele foi submetido a uma vasectomia (cirurgia que impede a passagem do esperma pelos canais, deixando o homem estéril).
Ele recorreu à Justiça e a prefeitura de Embu-Guaçu (SP), onde mora e responsável pelo hospital municipal onde ocorreu a cirurgia, que reconheceu o erro médico, mas se nega a pagar a indenização pedida, alegando que o valor de R$ 466 mil é maior que a arrecadação do município. Para o pintor, o que importa apenas é fazer a cirurgia de reversão.

Foto:Pintor de 45 anos que estava prestes a se casar e pretendia ter filhos com a esposa / De:Rede Record

quarta-feira, fevereiro 02, 2011

Coren vai investigar enfermeira que cortou dedo de bebê

Marília Lopes
Menina teve a ponta do dedo mínimo cortada por uma auxiliar de enfermagem, enquanto a profissional retirava uma bandagem colocada para imobilizar a mão da criança.
O Conselho Regional de Enfermagem de São Paulo (Coren) irá apurar a responsabilidade da auxiliar de enfermagem que decepou a ponta do dedo de uma menina de 1 ano internada no Hospital Geral do Mandaqui, na zona norte da capital paulista. Segundo o Coren, após ouvir os envolvidos no caso, a abertura de um processo ético contra a auxiliar de enfermagem será avaliada.

A menina teve a ponta do dedo mínimo cortada por uma auxiliar de enfermagem na manhã de ontem, enquanto a profissional retirava uma bandagem colocada para imobilizar a mão da criança, que havia recebido medicação intravenosa. A paciente foi internada no sábado para tratar uma anemia. Após a garota receber alta hospitalar, a auxiliar retirava a bandagem com o auxílio de uma tesoura, e acabou decepando a ponta do dedo.

De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde, a menina foi encaminhada ao centro cirúrgico assim que foi constatado o ferimento, mas não houve a possibilidade de reimplante do tecido cortado. O Conjunto Hospitalar do Mandaqui determinou o afastamento por tempo indeterminado da auxiliar de enfermagem. A secretaria informou ainda que a auxiliar de enfermagem trabalha há cerca de 10 anos no hospital e pode ser exonerada caso seja constatada falta grave.

Segundo a Secretaria de Segurança Pública, o pai da garota registrou boletim de ocorrência no 9º Distrito Policial. Ele e a auxiliar de enfermagem prestaram depoimento. Ela assinou um termo circunstanciado e responderá por lesão corporal culposa (quando não há intenção).

terça-feira, fevereiro 01, 2011

Falta de medicamento para tratamento de asma

Boa tarde!
Através deste site venho denunciar a prefeitura do Rio de Janeiro por negligência por falta de medicamentos para quem faz tratamento de asma. Meu pai tem 77 anos e faz uso diario de clenil spray 250; teofilina 200mg; aerolin 2mg e aerolin spray.
Tenho ido sempre no posto de saúde em Guadalupe e esses medicamentos não tem já faz uns dois meses.É um absurdo e uma falta de respeito com a população carioca.
Espero que o SRº Prefeiro Eduardo Paz tome providência o mais rápido possível.
Grato.
Fonte: Denuncia recebida por e-mail.

Polícia prende médico e mais 20 acusados de tráfico em MG


Após investigações de mais de 7 meses, a Polícia Civil de Minas Gerais prendeu na quarta-feira 20 integrantes de uma quadrilha nos municípios de Governador Valadares e Araçuaí, acusados de homicídio, tráfico de drogas e do roubo conhecido como "saidinha de banco". A operação foi iniciada às 4h30 e envolveu 150 agentes e um helicóptero. Em ação paralela à tarde, policiais prenderam, por envolvimento com o tráfico, um médico do Hospital Regional de Valadares e um homem identificado como um dos maiores traficantes da região.
Na ãção da madrugada, 17 suspeitos foram presos apenas em Governador Valadares, e outros três foram encontrados em Araçuaí. De acordo com a Polícia Civil, o grupo tinha ligações com Rondônia, Paraguai e cidades como Inhapim, Teófilo Otoni e Vale do Jequitinhonha. Foram apreendidos 10 kg de crack com apenas um dos suspeitos. Ainda foram encontradas drogas como cocaína e maconha, além de armas de fogo, dinheiro, cheques, uma balança de precisão, xilocaína e outros materiais relacionados ao tráfico.
Por volta das 16h30, o médico clínico Felipe Fraga Damaceno, 27 anos, foi preso no centro de Governador Valadares. Ele trabalhava no Hospital Regional e é acusado de envolvimento com o tráfico na região. Preso e identificado pela polícia como um dos maiores traficantes da região, Fábio Freire Gonçalves, também 27 anos, é suspeito de ter uma rede de consumidores com mais de 100 usuários de droga. Ele abasteceria todo o centro da cidade, em estabelecimentos como bares e eventos como festas rave. Com os dois detidos, foram encontrados cocaína, pasta base para produzir a droga, maconha, cheques e dinheiro. Eles foram encaminhados para a cadeia pública local, onde também estão os 20 presos na operação da madrugada.